domingo, 15 de maio de 2011

Nem a mais pura Filosofia poderia Explicar.


Eu já vi a lua nova, a cheia e até a minguante, porém não vejo você. Posso ter visto todo dia o nascer e o por do sol, porém sem você eles não tem tanto brilho. O aperto no coração deixa-o tão estreito quanto o buraco da agulha. Sinto sua falta como o sol sente falta da flor e a flor sente falta do sol para aquece-la. Seu nome eu nem sei porém seu amor deu-me asas e agora eu preciso voar para tentar encontrá-la sob o sol ou sob a lua seja ela qual for. Hoje está frio, meu coração está aquecido com um bom café, mas este logo acaba e o frio voltará a tomar conta do mesmo. Meu corpo esfriará mesmo com um bom cobertor e o unico cobertor para meu coração é o seu amor. Meu amor por ti é um sentimento que filósofo ou cientista nenhum soubera representar em frases ou fórmulas, não consta em nenhum livro e em nenhuma receita das mais variadas poções das melhores bruxas e fadas deste mundo. Talvez, se obtivessemos uma tradução para este amor, o conceito do próprio encheria um livro de duzentas páginas, e, poderia até então nao haver páginas suficiente para ser convincente e obter a resposta, é um fato abstrato que ultrapassa valores consoantes de personalidade, cultura e religião. O que sinto por ti é algo preponderante ao criador da tese. Não existe mar tão profundo de águas revoltosas que me coloque mais medo do que o próprio medo de dirigir-me a outra frequencia sem conhecer e provar do mel de seus lábios convexos, os quais aplicam palavras entreditas desmontando a penumbra que existe ao redor de mim.
Hoje de manhã ao acordar levantei-me com os olhos ainda cerrados pelo sono e dirigi-me à janela para olhar o céu. La fora o ar possuia um frio que parecia irreversível para o calor do sol mas ele brilhava intensamente como meus olhos brilham ao pensa em ti. Levo o sentimento e a esperança como se você estivesse por perto clareando todos os degrais na mais intensa escuridão da noite impressa em uma unica porta estranhamente branca. Meu coração amordaçado bate quase calado, talvez voce procure sexo e aventuras, palavras frias e duras mas para lhe oferecer, tenho o calor emanado pela paixão vasta, grave, magnãmica imposta não apenas pelo corpo e pelo suor procurando em ti qualquer forma de retribuição que seja natural de forma implicita em sua face. Quero começar pela Redundãncia do começo para não perder a glória da chegada. As lágrimas que derramo hoje não são salgadas e sim amargas pois o doce do seu amor verdadeiro nao chega-me aos lábios meus.
Deixa-me tocar sua face e aproximar meus olhos dos seus fazendo com que a lua pareça ser fosca comparando-a aos brilhos de seus olhos, parecendo o sol ser algo gelado se comparar ao calor dos teus lábios após um beijo nosso. Dia após dia eu conto o tempo como quem desfia uma flor de pétalas incontáveis pelo numeros de qualquer uma das nossas ciencias. Bem me quer, mal me quer parece não ter mais sentidos sem saber quem é o bem, e quem é o me quer, sem direção o vento vai para os quatro cantos de uma esfera redonamente irônica levando consigo algo de alguém e deixando sobre as ondas do mar provocando um tsunami de sentimentos e emoções, assim espalhadas desde o mais vasto deserto até o mais populoso oriente inundando o clima árido de um coração cujo qual nao chove á anos e mais dias, escurecidos pela noite em que a lua nao está disponível pois teve o seu brilho roubado pelo sentimento mais cruel e inevitável. Hoje o outono bate na minha porta mas quando o meu inverno encontrar com o seu verão, o nosso amor partirá a florescer em quaisquer estações com uma força sagaz de um coração movido pelo mais nobre dos cavaleiros da corte. Quero acariciar seu rosto com minhas mãos como a água macia de um ribeiro sobre as pedras irregulares desviando de todas as dificuldades e aproveitando as mais devassas oportunidades. Hoje a esperança é o que me move dia após dia, é o meu guia, pois eu sei que depois que você estiver longe dos meus olhos nao será a ultima vez que irei lhe ver.

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